Sunday, May 25, 2008

Art snob solutions


Ontem começou a exposição "Moore in America", aqui no Jardim Botânico. Aproveitei para fazer a assinuatura anual, como já tinha considerado anteriormente.

Aproveitei e vi a exposição sobre o Darwin. Não tão boa, meio engodo, quase. Queria ter ido às palestras, mas o calendário acadêmico de final de semestre não permitiu.

O Henry Moore definitivamente valeu a pena. Já tinha visto algumas esculturas dele em outros lugares, aí pelo mundo, como a que está na frente do prédio principal do M.I.T., em Boston (ver abaixo).

Henry Moore é um dos meus artistas favoritos. É bom poder ver suas esculturas num dia de primavera no jardim botânico, ao ar livre, bem do jeito que ele pregava: "I would rather have a piece of sculpture put in a landscape, almost any landscape, than in or on the most beautiful building I know."

Acho que pessoas que não gostam de Henry Moore não são dignas de consideração moral. Não à toa, sua maior inspiração foi Michelangelo. Moore buscava inspiração nas formas naturais. Com a combinação dos dois, fez suas famosas reclining figures. Uma das minhas favoritas é esta acima, Large reclining figure, 1984.

Enfim, não teria melhor forma de come full circle: o ano acadêmico começou no jardim botânico e terminou, oficialmente, lá. E confirmo minha antiga suspeita: sem ressaca ou similares, é muito melhor.



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