Sunday, September 21, 2008

Something vague that we're not seeing, something more like a feeling.

Mais um ano acompanhando a temporada de college football, mas agora que eu aprendi como me comportar durante os jogos (i.e. deixar os homens assistirem ao jogo, não dar a mínima e colocar a conversa em dia com as mulheres no bar) dá pra apreciar melhor.

Ontem à tarde fomos ao tradicional Blondie's assistir ao jogo da MSU contra a Notre Dame, com um parada rápida no apartamento (que agora está lindo) do irmão do Respectivo e da namorada dele. Resolvi tentar entrar um pouco no espírito e até usei verde desta vez. Confesso que desta vez não foi chato mesmo o jogo. Não que eu tenha assistido a muita coisa, mas enfim.

O Respectivo e eu fomos embora no início do último quarto, quando a MSU já estava ganhando com uma vantagem razoável. Fomos com um amigo nosso em direção ao Lincoln Center, pois tínhamos ingressos para a sessão das 20h de Burn After Reading no AMC Loews da Broadway com a 68th.

Parada faminta desesperadora no Nanoosh, um bar/restaurante cuja especialidade é o homus. Comi a nanoosh green salad (muito boa!) e um lebane wrap com side de quinoa salad. O wrap estava meio sem graça, mas as saladas valeram a pena.

Mas bom mesmo foi o filme. Ainda é setembro, mas já falo com certeza que Burn After Reading é o filme do ano. Pra mim, é. Todo mundo já deve saber, mas vou reforçar: irmãos Coen + Brad Pitt + John Malkovich + humor meio twisted. E apenas 96 minutos. Ou seja, o filme é bom o tempo inteiro. Perfeito. E, condição sine qua non para eu gostar de um filme, a cena final é brilhante.

Não vou contar mais, se não vai ter spoilers, mas vitória dobradinha para os irmãos Coen que no início do ano me deixaram naquele estado de sensação-de-atropelamento-por-um-trem-se-atropelamento-por-um-trem-fosse-bom com No Country for Old Men.

Depois do filme, acabei me encontrando com meu amigo cineasta turco, que me deu (finalmente!) uma cópia em DVD do curta-metragem dele, que ganhou uns prêmios por aí. Vamos ver do que se trata.

Na volta para casa, 5 minutos antes de embarcarmos na Ram Van, tamanha é minha sorte que encontramos o Dr. D. na entrada do campus. E, se eu tenho evitado muito alguém ultimamente, esse alguém é o Dr. D. E, sério - what are the odds?! - vou esbarrar nele às 22h30 de sábado no outro campus da faculdade! Oh, well. Tal é a vida. Ainda bem que eu estava em boa companhia (pessoal e politicamente falando). Mas acho que essa é uma daquelas histórias que vão ficar pra outra ocasião...

2 comments:

tOk said...

A culpa deve ser minha, mas, if you please, mais on Dr.D.

And the secret word for tonight is:

xmmguiao

AdrenAline said...

Em breve, mais sobre Dr. D.

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