Tuesday, October 28, 2008

Ode to joy (or, an die Freude - und nichts mehr!)


Na sexta-feira passada começamos a comemoração do aniversário da Mahlika, minha roommate (uma das roommates legais, não a roommate from hell), o que eu usei como desculpa para arrastar um grupinho de pessoas para o Avery Fisher Hall, que é uma das salas do Lincoln Center, para assistir à noite de abertura da temporada do National Chorale.

Fomos a Mahlika, o Respectivo, o Das e eu. Na verdade, primeiro fomos jantar no P. J. Clarke's (que, aliás, está pra abrir uma filial em São Paulo), onde a comida não é tão exorbitantemente cara (dada a localização), mas competente. Comi o bacalhau fresco que vinha acompanhado de cenoura e figos caramalizados (sim, figos!). Estava bom. O Das chegou atrasado, só para a sobremesa, e dividimos um fudge walnut brownie, que foi chocolate demais para minha pálida existência. Cantamos parabéns para a Mahlika, atravessamos a rua e fomos ao nosso concerto.

Como fui eu quem teve a idéia de comprar os ingressos, o programa é bastante óbvio: a atração principal era Beethoven (só moveria meus dedinhos para comprar ingressos se fosse Beethoven ou Wagner). Na verdade a programação completa foi:

Schicksalslied, Brahms
Singet dem Herrn, Bach
9a. Sinfonia em D Menor, Opus 125, Beethoven


A apresentação, é claro, valeu cada um dos meus US$ 31. Todos parecem ter gostado, embora estivéssemos todos exaustos e termos corrido para pegar a van da faculdade de volta pra casa. O Respectivo continua reclamando da língua alemã, e acha que a 9a. teria sido melhor se tivesse sido cantada em italiano. A minha resposta a esse tipo de comentário é óbvia: silêncio sepulcral seguido de risada histérica com aquela cara de "you have GOT to be kidding me!". Imagine se o mundo fosse povoado por aqueles bárbaros italianos e, pior ainda, a escória da humanidade (que povoa igualmente o Brasil e New Jersey), aka a galera da Sicília. O Barbudo sósia do Dumbledore que me livre!

E para os sicilianos (e descendentes de) que por ventura lerem este blogue... Er, desculpa, mas eu não gosto de vocês. Ou melhor, desculpa, nada! Eu não gosto de vocês. E ponto.

E viva o mano Schiller!

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