Saturday, July 10, 2010

Cut here (or, Budapest)

Budapeste... Ah, Budapeste! Tudo o que Paris poderia ser e não é. Ha!

Depois do calor infernal da Eslovênia e, principalmente, da Croácia, chegamos em Budapeste (depois de nove horas de ônibus de Dubrovnik para Zagreb, e mais sete horas e meia de trem de Zagreb para Budapeste) e nos hospedamos em um dos lugares mais legais do mundo: um apartamento super legal e super barato bem no centrinho de Pest (lembrando que Budapeste era, originalmente, duas cidades, Buda e Pest divididas pelo rio, tal), que lembra um pouco o baixo Augusta, só que mais legal.

Choveu bastante. E a chuva foi o máximo. Tudo o que nós queríamos depois do calor dos infernos. E também queríamos uma viagem diferente. Por isso, depois de visitar uma dúzia de museus, o Respectivo e eu cabulamos um dos museus e resolvemor ir... cortar os cabelos!!

Explico: Budapeste é conhecida por ser um lugar de cabelos super trendy, e os salões mais legais da cidade estavam todos a um raio de dois quarteirões do nosso apartamento. Um dos mais legais, inclusive, era colado no apartamento. Fomos lá e... milhões de forints depois (o equivalente a poucas dezenas de dólares): cabelo novos!

O detalhe é que o pessoal na Hungria não trabalha muito com inglês. Então, não deu pra explicar o que eu queria ou não queria. Nem pra dar muito uma idéia, tal. Uma mocinha que trabalhava no salão meio que ajudou na comunicação básica, mas, de resto, só pedi pra cabeleireira fazer o que ela bem entendesse, com a esperança de que fosse que nem mandar o Roberto Cavalli pegar um tecido e uma máquina de costura e fazer o que ele bem entender... E foi!

Confesso que, no começo, não gostei muito do meu (o do Respectivo ficou ótimo!). Achei meio esquisito e curto demais (se é que isso existe). Mas eu nunca gosto de corte de cabelo nenhum (nem meu, nem de ninguém): sou chata pra caramba com cortes e penteados. Só não ligo muito porque chorar por conta de cabelo é so fifteen years ago, e cabelo (especialmente o meu) cresce, e muito!

Mas agora que já se passaram umas boas duas semanas e meia, tenho que admitir que esse foi um dos melhores cortes ever, perdendo apenas para duas outras vezes que cortei o cabelo em SP (uma com um cabeleireiro italiano, que só veio passar um fim de semana em SP - e depois, never more, e a outra com um cabeleireiro argentino, nesse mesmo esquema de final de semana).

Espero que o corte dure, porque não vou voltar para Budapeste tão cedo... não a cada três meses!

Pois é, cabelo... we'll always have Budapest!

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